Leonor enviou-lhe o seguinte abaixo-assinado.

Meus Amigos,

Acabei de ler e assinar este abaixo-assinado online:

«contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010»

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4596

Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras.

Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4596 e divulga-o por teus contatos.

Obrigado.
Leonor

Esta mensagem foi enviada por Leonor (leonorfc@ig.com.br), através do serviço http://www.peticaopublica.com.br em relação ao abaixo-assinado http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4596

16 de dezembro de 2010 at 10:36 am Deixe um comentário

Trabalho Missionário no Haiti

Depois do nosso amigo Cacá ter passado alguns dias no Haiti, outra equipe foi para lá ajudar. Neste grupo estava o dentista Joel e o fotógrafo Norio, que documentou de forma linda os trabalhos feitos e uma outra parte do Haiti que não mostram, o de praia caribenha de águas claras e maravilhosas. Vejam o relatório de campo feito pelo Enilson e o álbum de fotos:

A Rede SOS Global enviou dezenas de voluntários para atendimento emergencial apos o Terremoto que destruiu parte do Haiti (Porto Príncipe). Médicos, dentistas, enfermeiras, profissionais de logística, construção civil e de outras áreas tem atuado incansavelmente para dar atendimento aquela população, tão sofrida.

As condições sanitárias são péssimas e os escombros permanecem espalhados pela cidade, que não tem estrutura para limpar a capital adequadamente e retomar a vida “normal” da população.

Centenas de famílias permanecem acampadas nas praças publicas escolas, terrenos, igrejas e ruas. Não ha previsão para a retirada dos escombros e inicio das reconstruções das casas perdidas.

Estamos trabalhando neste mês (marco) com atendimentos odontológicos (cerca de 80 pacientes por dia) bem como a construção de tendas nas comunidades (utilizando material local, pra movimentar a economia e ensinar a população a trabalhar com o que esta ao alcance).

As equipes anteriores deram centenas de atendimentos médicos, em todas as áreas, ajudando a suprir as necessidades emergenciais e atenuando a dor dos feridos pelo terremoto.

Agradecemos a Deus pela orientação e inspiração diárias, bem como a todos os que têm nos sustentado em oração, arrecadação de doações e logística para garantir a entrega aos haitianos.

Agradecemos a FAB, que cedeu espaço em diversos vôos militares para que doações brasileiras chegassem ao Haiti, bem como transportaram voluntários de volta ao Brasil.

Juntos pelo Reino.

Enilson Komono

Barracas montadas pelos voluntários

Igreja lotada, mas sem teto

O trabalho é feito no improviso!

Uma pausa para o descanso no mar do Caribe

Você acredita que essa imagem foi tirada no Haiti?

Parabéns pela coragem pessoal! Descanso merecido!

Link

Todas as fotos

28 de abril de 2010 at 11:42 am Deixe um comentário

Líderes da Assembleia de Deus condenam Silas Malafaia

Eu sigo alguns sites de apologética com ponderação, pois percebo que muitos só se preocupam em meter o pau nos tele-evangelistas e ficam procurando pelo em ovo. Qualquer coisa diferente que aparece nessas igrejas os sites já descem o sarrafo.

Então eu evito compartilhar alguns textos, pois eu não sei qual a fonte da informação. O texto abaixo é diferente. Eu recebi do pastor da minha igreja e vejo que a própria cúpula da Assembleia de Deus está condenado os atos deste tele-evangelista.

Eu vejo esss “bispos”, “apóstolos” e outros nomes como aqueles que Jesus citou em Mateus 7:22-23:

“Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.”

Oramos pelo arrependimento dessas pessoas, assim como o Davi Silva está fazendo com muita coragem!

14 de abril de 2010 at 10:02 am 3 comentários

Fórum Esperança – Sistema Prisional – evento gratuíto

No dia 01 de maio de 2010 na Igreja Metodista Livre de Pinheiros-SP, será realizado o evento interdenominacional (para cristãos e não cristãos) "I Fórum da Esperança". O objetivo deste fórum é superar os preconceitos com as pessoas que acabam de sair da prisão, aprender a recebê-los e auxiliá-los a se reintegrar na sociedade e no mercado de trabalho.

Líderes na área e assistentes sociais serão os palestrantes. Quem estiver interessado no evento é só entrar em contato com os dados abaixo.

12 de abril de 2010 at 3:41 pm Deixe um comentário

Um absurdo real! Matança de crianças indígenas ser aceita por antropólogos!

Você acha que os seres acima são pessoas ou são bichos? Por serem trigêmeas, algumas tribos indígenas e antropólos NÃO as consideram  PESSOAS e defendem a morte delas para proteger a cultura da tribo.

Isso parece um absurdo, mas infelizmente é real. Não é no Afeganistão, nem em nenhum país africano. É aqui no Brasil mesmo. Em algumas tribos indígenas, crianças que nascem gêmeas ou que possuem alguma deficiência física ou mental são mortos, abandonados na mata ou enterrados vivos!

O maior absurdo é que atropólogos brasileiros aceitam essa prática absurda, alegando que as crianças indígenas NÃO SÃO PESSOAS e que podem ser mortas!

Os missionário Edson e Márcia Suzuki, que trabalham com esses índios, lutam com unhas e dentes contra essa prática, e têm um site divulgando este trabalho: www.atini.org

Vejam o texto que a Márcia escreveu denunciando. Divulguem para que todos conheçam essa prática absurda!

A ESTRANHA TEORIA DO HOMICÍDIO SEM MORTE

Marcia Suzuki

Conselheira de ATINI – VOZ PELA VIDA

Alguns antropólogos e missionários brasileiros estão defendendo o indefensável. Através de trabalhos acadêmicos revestidos em roupagem de tolerância cultural, eles estão tentando disseminar uma teoria no mínimo racista.  A teoria de que para certas sociedades humanas certas crianças não precisariam ser enxergadas como seres humanos. Nestas sociedades, matar essas crianças não envolveria morte, apenas “interdição” de um processo de construção de um ser humano. Mesmo que essa criança já tenha 2, 5 ou 10 anos de idade.

Deixe-me explicar melhor. Em qualquer sociedade, a criança precisa passar por certos rituais de socialização. Em muitos lugares do Brasil, a criança é considerada pagã se não passar pelo batismo católico. Ela precisa passar por esse ritual religioso para ser promovida a “gente” e ter acesso à vida eterna. Mais tarde, ela terá que passar por outro ritual, que comemora o fato dela ter sobrevivido ao período mais vulnerável, que é o primeiro ano de vida. A festa de um aninho é um ritual muito importante na socialização da criança. Alguns anos mais tarde ela vai frequentar a escola e vai passar pelo difícil processo de alfabetização. A primeira festinha de formatura, a da classe de alfabetização, é uma celebração da construção dessa pessoinha na sociedade. Nestas sociedades, só a pessoa alfabetizada pode ter esperança de vir a ser funcional. E assim vai. Ela vai passar por um longo processo de “pessoalização”, até se tornar uma pessoa plena em sua sociedade.

Esse processo de socialização é normal e acontece em qualquer sociedade humana. As sociedades diferem apenas na definição dos estágios e na forma como a passagem de um estágio para outro é ritualizada.

Pois é. Esses antropólogos e missionários estão defendendo a teoria de que, para algumas sociedades, o “ser ainda em construção”  poderá ser morto e o fato não deve ser percebido como morte. Repetindo – caso a “coisa” venha a ser assassinada nesse período, o processo não envolverá morte. Não é possível se matar uma coisa que não é gente. Para estes estudiosos, enterrar viva uma criança que ainda não esteja completamente socializada não envolveria morte.

Esse relativismo é racista por não se aplicar universalmente. Estes estudiosos não aplicam esta equação às crianças deles. Ou seja, aquelas nascidas nas grandes cidades, mas que não foram plenamente socializadas (como crianças de rua, bastardas ou deficientes mentais).  Essa equação racista só se aplicaria àquelas crianças nascidas na floresta, filhas de pais e mães indígenas. Racismo revestido com um verniz de correção política e tolerância cultural.

Foto: Niawi, menino indígena do Amazonas enterrado vivo aos 5 anos por não conseguir andar. Mãe e pai não queriam sacrificá-lo e se suicidaram antes.

Tristemente, o maior defensor desta hipótese é um líder católico, um missionário. Segundo ele “O infanticídio,  para nós, é crime se houver morte.  O aborto, talvez, seja mais próximo dessa prática dos índios, já que essa não mata um ser humano, mas sim, interdita a constituição do ser humano”, afirma.”[i]

Uma antropóloga da UNB, concorda.  “Uma criança indígena quando nasce não é uma pessoa.  Ela passará por um longo processo de pessoalização para que adquira um nome e, assim, o status de ‘pessoa’.  Portanto, os raríssimos casos de neonatos que não são inseridos na vida social da comunidade não podem ser descritos e tratados como uma morte, pois não é.  Infanticídio, então, nunca”.”[ii]

Mais triste ainda é que esta antropóloga alega ser consultora da UNICEF, tendo sido escolhida para elaborar um relatório sobre a questão do infanticídio nas comunidades indígenas brasileiras[iii]. Como é que a UNICEF, que tem a tarefa defender os direitos universais das crianças, e que reconhece a vulnerabilidade das crianças indígenas[iv], escolheria uma antropóloga com esse perfil para fazer o relatório? Acredito que eles não saibam que sua consultora defende o direito de algumas sociedades humanas de “interditar” crianças ainda não plenamente socializadas.[v]

O papel da UNICEF deveria ser o de ouvir o grito de socorro dos inúmeros pais e mães indígenas dissidentes, grito este já fartamente documentado pelas próprias organizações indígenas e ONG’s indigenistas[vi].

A UNICEF deveria ouvir a voz de homens como Tabata Kuikuro, o cacique indígena xinguano que preferiu abandonar a vida na tribo do que permitir a morte de seus filhos. Segurando seus gêmeos sobreviventes no colo, em um lugar seguro longe da aldeia, ele comenta emocionado:

“Olha prá eles, eles são gente, não são bicho, são meus filhos.

Como é que eu poderia deixar matar?”[vii]

Para esses indígenas, criança é criança e morte é morte. Simples assim.


[i] http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=347765

[ii] idem

[iii] Marianna Holanda fez essa declaração em palestra que ministrou em novembro de 2009 no auditório da  UNIDESC , em Brasília.

[iv] Segundo relatório da UNICEF, as crianças indígenas são hoje as crianças mais vulneráveis do planeta. “Indigenous children are among the most vulnerable and marginalized groups in the world and global action is urgently needed to protect their survival and their rights, says a new report from UNICEF Innocenti Research Centre in Florence.”

[v] Em algumas sociedades, crianças não socializadas seriam gêmeos, filhos de mãe solteira, de viúvas ou de relações incestuosas, crianças com deficiência física ou mental grave ou moderada, etc. A dita “interdição” do processo pode ocorrer em várias idades, tendo sido registrada com crianças de até 10 anos de idade, entre os Mayoruna, no Amazonas. Marianna defende essa “interdição” em dissertação intitulada “Quem são os humanos dos direitos?”  Estudo contesta criminalização do infanticídio indígena

[vi] www.quebrandoosilencio.blog.br www.atini.org www.movimentoindigenaafavordavida.blogspot.com http://vimeo.com/1406660 carta aberta contra o infanticídio indígena

[vii] Trecho de depoimento do documentário “Quebrando o Silêncio”, dirigido pela jornalista indígena Sandra Terena. O  documentário  está disponível no link www.quebrandoosilencio.blog.br

25 de março de 2010 at 2:58 pm 2 comentários

Viagem missionária ao Haiti – Dando importância a aquilo que é importante

Na semana passada (28/02 a 06/03/2010) um grupo de voluntários partiu do Brasil para uma missão ao Haiti. Entre os enviados estava Paulo Bettiol, irmão da Igreja Metodista Livre de Diadema, que levou a doação brasilera, e Carlos Nomoto, ou nosso querido Cacá, que já foi membro de Jorda e a cada dia faz trabalhos mais grandiosos para a Obra de Deus.

Na volta ele mandou fotos e um relato de como foi o trabalho lá, e o impacto que a viagem trouxe para sua vida. Esse impacto é sentido na gente também, que sempre reclama por coisas mínimas. Vejam na íntegra logo abaixo:

Glórias a Deus pela disposição dos irmãos em fazer a Obra de Deus!

Dando importância a aquilo que é importante

Carlos Nomoto

Cheguei ontem do Haiti, país que atraiu a atenção do mundo devido ao terremoto que derrubou cerca de 30% a 40% dos edifícios e casas. Um bairro chamado Bel Air caiu quase todo. As pessoas dormem em barracas por 3 motivos: porque suas casas foram destruídas, ou porque estão sob risco de desmoronamento, ou porque têm medo de dormir dentro da própria casa. Eu também teria.

A maioria dos prédios aonde funcionavam escolas desmoronou. E, nas poucas escolas que estão de pé, as crianças não querem ir para as aulas com medo de novos desabamentos. Há centenas de corpos embaixo dos escombros. Não há “bulldozers” para retirar os entulhos. Em alguns locais o cheiro é muito forte.

Em situações como esta vemos o quê há de pior e melhor na natureza humana. Alguns se aproveitam da situação: pegam alimentos e barracas doadas e vendem.
Uma barraca pode chegar a valer US$ 500,00 no mercado paralelo.

Mas o que me impressionou foi o nosso lado bom: dezenas de organizações de ajuda humanitária estão no Haiti. Grandes, como Médicos sem Fronteiras e Cruz Vermelha. E pequenas, com meia dúzia de pessoas vestindo camisetas com frases como “Help Haiti” e coisas assim. As Nações Unidas estão fazendo um belíssimo trabalho, bem como o exército brasileiro, sob comando do Coronel Azevedo, o qual foi o único sobrevivente entre 10 militares que estavam dentro de um prédio no momento do terremoto. Deus continua firme no propósito para a vida do Coronel Azevedo.

Visitei a catedral aonde D. Zilda Arns nos deixou. Não pude conter as emoções. Eu não posso escolher como morrer. Mas se pudesse, eu gostaria de deixar esta vida como ela, cumprindo a sua missão. Entretanto, posso escolher como viver. Então, escolhi viver como ela. Simplesmente fazendo aquilo que eu acredito que deve ser feito para que a humanidade seja melhor.

Eu fui ao Haiti movido pelos passos de Jesus Cristo. Acredito que Ele teria ido para lá se estivesse fisicamente por aqui. Acredito que D. Zilda Arns também acreditava nisso. E o Coronel Azevedo também acredita nisso. E encontrei dezenas de pessoas que acreditam nisso.

Aonde estão os ateus e os céticos nesta hora? Se eles estavam lá, não eram a maioria. E eu não consigo imaginar que tipo de esperança eles poderiam oferecer a quem perdeu a casa, a família e o sustento de uma só vez. Conversei com militares, clérigos, comerciantes, médicos, brasileiros, norte americanos, haitianos, homens, mulheres e crianças. E não encontrei o ceticismo tão presente entre aqueles que comem 3 vezes ao dia, com mais de 2 carros na garagem e uma previdência privada polpuda. Eu vivo no meio destes a maior parte do ano. Talvez seja mais fácil duvidar da existência de Deus quando estamos de barriga cheia. Desculpem pela minha sinceridade.

Conversei com um casal que perdeu um filho, a casa e o trabalho. Disseram para mim: Jesus prometeu que cuidaria dos seus filhos então Ele irá cuidar de nós. Ele foi amoroso conosco porque poderíamos ter morrido todos, mas estamos vivos e podemos continuar acreditando nele. Voltei para o meu assentamento envergonhado. Perco a paciência por causa de uma vaga de automóvel no shopping. Quase blasfemo contra Deus quando perco um bom negócio. Fico ansioso para saber quanto será o meu bônus anual. Morro de raiva daquele cara que tentou me “passar a perna” no trabalho.

A vida moderna cria a ilusão de que estamos nos tornando seres melhores e maiores. Então, por que estamos dando mais atenção a coisas tão pequenas? A ida ao Haiti foi um retiro espiritual para mim. O trânsito é caótico, comparável a São Paulo – Capital. Água potável só em garrafas industrializadas. Dormi em uma barraca bastante confortável, ao lado de um galo maldito que começava a cacarejar às 3:00 da manhã. Há muita gente perambulando pelas ruas porque não têm o que fazer. Alguns haitianos vêm puxar conversa, perguntam de onde você vem. Em geral eles são bastante simpáticos. Gostam de perguntar e aprender novas línguas. Em meio a tudo isso, mais uma vez, aprendi a dar importância para aquilo que é importante.

Já estou de volta a vida normal. Vou continuar tomando bons vinhos de vez em quando, indo a restaurantes com a família, andando de moto com os amigos, trabalhando muito no banco, que é o meu campo missionário atualmente. Mas todas estas coisas estão de volta ao seus devidos lugares. Como notas musicais elas compõem a minha vida, mas não dão o tom dela. Eu existo porque Jesus Cristo quis que eu existisse e o propósito maior é ser como ele. Fazer o quê ele faria, ir para aonde ele iria, decidir como se ele estivesse decidindo.

Isso não faz de mim uma pessoa especial. Nem melhor do que os outros. Apenas me deixa mais tranqüilo, confiante e disposto a levar a sério a decisão que tomei de ser um discípulo de Jesus Cristo em qualquer lugar deste planeta. Na Vila Olímpia e no Haiti.

11 de março de 2010 at 4:55 pm Deixe um comentário

DED 2010

Durante o carnaval deste ano eu estive no acampamento DED, em Embura, para crianças entre 7 e 11 anos das Igrejas Metodistas Livres do Concílio Nikkei. Foram aproximadamente 90 crianças e 80 adultos que ajudaram nas equipes de Apoio, progamação, louvor, monitoria e cozinha, onde eu estava.

Foram dias de trabalho árduo, na cozinha a gente acordava às 6 da manhã (antes de todo o mundo), preparava o café, servia, e logo começava a picação para o almoço. Terminava o almoço, a gente já tinha que correr atrás do lanche da tarde, da janta e do lanche da noite. Íamos dormir perto das 23h, para acordar às 6 na manhã seguinte.

Mesmo assim, foi um prazer servir a Deus lá, conhecer pessoas e compartilhar nossos problemas, anseios e felicidades. Também é lindo ver aquelas crianças brincando, se divertindo, comendo bem e principalmente ouvindo a Palavra de Deus. O tema foi missões, as crianças conheceram alguns países e seus missionários, e muitas saíram de lá com vontade de serem missionários.

Enfim, é um esforço que vale a pena! Parabéns aos organizadores e ficaremos sempre torcendo e orando para que a semente no coraçãozinho daquelas crianças germine e dê bons frutos!

Vejam algumas fotos, e tem mais no link http://fotosded.wordpress.com/

11 de março de 2010 at 4:16 pm Deixe um comentário

Xand, o ex-paquito virou missionário no Níger

Olha que história maravilhosa. Alexandre Canhoni, que foi paquito no programa da Xuxa, se tornou um evangélico fervoroso e decidiu trabalhar na obra de Deus em um país não-alcançado. Escolheu o Níger, o país com o menor IDH do mundo. Está fazendo um trabalho maravilhoso lá.

Há alguns anos atrás um grupo da minha igreja, inclusive o pastor passou alguns dias lá para conhecer o trabalho e ajudar também.

Recentemente o país sofreu um golpe militar, e o Xand está apreensivo com o futuro do seu trabalho. Vamos orar para que ele possa continuar essa obra maravilhosa.

Vejam algumas notícias sobre o Xand e o site dele:

Ministério Guerreiros de Deus

Ex-paquito faz trabalho humanitário no ‘pior lugar do mundo’

Ex-paquito que vive no Níger teme por futuro do país após golpe

22 de fevereiro de 2010 at 11:01 am Deixe um comentário

Terremoto no Haiti – Igreja Metodista Livre

Todos sabem da tragédia que ocorreu no Haiti no dia 12 de janeiro. Quase todo o país caiu diante da força da terra, e a Igreja Metodista Livre de lá não foi diferente. Além de muitos irmãos haitianos, três missionários americanos morreram soterrados.
Agora, o Bispo da Igreja Metodista Livre, David Roller foi até lá para ver a dimensão dos estragos e preparou dois vídeos pedindo doações aos irmãos de todas as igrejas Metodistas Livres. A Renata Grondoski fez a tradução e eu sincronizei as legendas para que os brasileiros vissem os vídeos.

8 de fevereiro de 2010 at 10:46 pm 1 comentário

Alice Cooper, um metaleiro cristão!

Você imagina um roqueiro, bem aqueles com cara de mau e sanguinário, ser cristão? Pois é! O Alice Cooper é exatamente isso! Ele continua com o rock, mas não bebe nem se droga mais, joga golfe e ainda por cima ajuda jovens de rua!

Isso é uma prova de como Deus é de misericórdia e faz coisas que para nós são impossíveis!

Vejam a notícia que foi publicada no G1:17/08/07 – 13h46

Alice Cooper cria centro cristão para jovens

Cantor vai inaugurar um centro em novembro na cidade de Phoenix.
Ele ajudou a levantar US$ 2 milhões para viabilizar projeto.

MySpace do artista
Alice Cooper faz sua caridade (foto: MySpace do artista

O roqueiro Alice Cooper tem uma surpresa para quem o vê apenas como o homem de maquiagem preta assustadora, cujos shows incluem enforcamentos encenados, serpentes reais e muito sangue falso.

O autoproclamado "Príncipe das Trevas" está se dedicando à criação de um centro cristão para jovens em situação de risco em Phoenix, previsto para ser inaugurado em novembro.

Alice Cooper quer fazer do centro, que custará US$ 7,3 milhões, situado na Universidade Grand Canyon, um lugar onde os adolescentes possam fugir das ruas e talvez se interessarem por uma carreira musical.

"Alguns desses garotos não têm uma chance", disse Cooper, 59 anos, à agência Reuters em entrevista. "O ambiente em que vivem só os ensina a se desviar de balas e virar bons criminosos."

"Se você levar um deles ao vício da guitarra, no lugar do crack, isso vai mudar a vida dele, ali mesmo."

Conhecido por canções como "School’s out" e "Welcome to my nightmare", o roqueiro virou cristão convicto há mais de 20 anos, depois de superar o alcoolismo.

Cooper ajudou a levantar US$ 2 milhões para tirar o projeto do chão, através da fundação sem fins lucrativos Solid Rock, que fundou em 1995 com o pastor Chuck Savale.

Mensagem cristã

O centro vai incluir um estúdio de gravação, sala de concertos e café com palco para apresentações. As atividades terão uma mensagem cristã de base.

Cooper nasceu com o nome Vincent Damon Furnier, filho de um vendedor de carros que virou pastor, mas abandonou a religião quando virou roqueiro.

"A coisa chegou ao ponto em que eu estava bebendo tanto que acordava pela manhã vomitando sangue", contou. "Os caras de minha profissão – gente como Jimi Hendrix, Jim Morrison – geralmente viviam até os 27 anos. Eu os vi bebendo até morrer e estava seguindo o mesmo caminho."

Ele decidiu abandonar a bebida, e dez anos depois tornou-se cristão convicto e passou a jogar golfe.

3 de fevereiro de 2010 at 3:51 pm Deixe um comentário

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